
CABURI (PARINTINS) – Uma série de denúncias graves envolvendo a coordenação de limpeza pública do Distrito do Caburi, no interior de Parintins, veio à tona nesta semana. Conforme relatos de trabalhadores do setor, o coordenador Oséias Fonseca é acusado de exercer a função de forma autoritária, apresentando uma postura de arrogância e suposta má conduta no trato com os servidores que atuam na linha de frente da limpeza urbana.
De acordo com as informações obtidas, uma das principais queixas diz respeito à extrapolação sistemática da jornada de trabalho. Segundo os relatos, Oséias estaria forçando os servidores a ultrapassarem o horário regular de expediente de maneira impositiva, sem considerar os limites físicos dos profissionais. Além disso, as denúncias apontam que o coordenador demonstra hostilidade e irritação durante os momentos de descanso dos trabalhadores, chegando a pressioná-los para o retorno imediato às atividades, mesmo sob o sol escaldante característico da região, ignorando necessidades básicas de hidratação e recuperação.
Para os denunciantes, a postura de Oséias Fonseca caminha no sentido oposto ao modelo administrativo adotado na sede do município. Enquanto o prefeito Mateus Assayag pauta sua administração em uma gestão humanizada e no respeito ao funcionalismo público, as atitudes do coordenador no Caburi são vistas como uma afronta a esses princípios, ferindo a dignidade dos trabalhadores e gerando um ambiente de trabalho tóxico no distrito.
A conduta descrita pelos servidores levanta alertas sobre o uso do cargo para práticas de intimidação e desrespeito a direitos fundamentais. Diante da gravidade das acusações, espera-se que as instâncias competentes apurem os fatos para garantir que as diretrizes de respeito e humanização da prefeitura sejam cumpridas também nas áreas rurais.
Este espaço permanece aberto para que o coordenador Oséias Fonseca ou a secretaria responsável enviem nota de esclarecimento sobre os fatos narrados pelos trabalhadores.
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